Um dos grandes desafios da educação no Brasil é manter as crianças com deficiência matriculadas na escola regular até o fim da educação básica, ou seja, completando todas as séries. Para especialistas no assunto, os maiores obstáculos são a falta de acessibilidade, de recursos especializados e de uma formação de professores que deem conta de incluir todos no processo de ensino.

Um levantamento realizado pelo “Todos Pela Educação” para o Observatório do Plano Nacional da Educação revelou que grande parte dos alunos com deficiência que entra no ensino fundamental não consegue chegar ao ensino médio. Esta queda pode ser justificada pelo despreparo das escolas para lidar com as crianças à medida que elas avançam.

Entre 2007 e 2013 houve uma queda significativa do número de matrículas de jovens com deficiência no ensino médio. No entanto, a porcentagem de estudantes com transtornos globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação matriculados em escolas regulares cresceu de 46,8% para 76,9% no mesmo período.

Apesar deste crescimento, ainda não existe no Brasil um modelo de avaliação do desempenho educacional destes alunos. Manter aceso o debate em torno do tema é um desafio e não se pode aceitar a acomodação com os modelos atuais. Especialistas garantem que é preciso extrapolar o foco no modelo convencional “ler, escrever, calcular” para valorizar as singularidades de cada estudante no processo de aprendizagem.

O Plano Nacional de Educação estipulou que o Brasil precisa universalizar o atendimento escolar das crianças de 4 a 17 anos até 2024. No entanto, não se sabe quantos jovens e crianças nestas condições estão fora das escolas por conta da incompatibilidade dos bancos de dados existentes. A implementação de estratégias que tornem esses dados compatíveis seria o primeiro passo para solucionar o problema; outra opção é a criação de novos instrumentos de medição.

Para acompanhar os indicadores das 20 metas do Plano Nacional de Educação basta acessar o Observatório PNE, plataforma on-line que permite o acompanhamento das estratégias a serem aplicadas e ainda faz uma análise das políticas públicas educacionais já existentes.

Quase metade dos alunos brasileiros acredita que um bom professor é aquele que utiliza a internet e os mais variados recursos tecnológicos para dinamizar as aulas e otimizar o processo de ensino. De acordo com a pesquisa “Juventude Conectada”, realizada pela Fundação Telefônica Vivo em parceria com o Ibope, o Instituto Paulo Montenegro e a Escola do Futuro, 47% dos brasileiros entre 16 e 24 anos veem a tecnologia como um elemento fundamental dentro da sala de aula.

A quantidade de jovens que recorrem à internet ou a recursos tecnológicos para realizar atividades acadêmicas é cada vez maior, o que pode justificar este número. Segundo a pesquisa, 75% dos alunos disseram que já utilizaram a web na escola, em atividades propostas em aula, e 68% afirmaram ter buscado auxílio na rede por iniciativa própria.

Dentro de casa, o uso da internet para fins acadêmicos é ainda maior. 82% dos estudantes falaram que resolvem atividades propostas em aula com a ajuda da web e 77% disseram que já a utilizaram por iniciativa própria para fazer os trabalhos.

Neste cenário, fica fácil entender por que os estudantes preferem os professores que levam as tecnologias de informação e comunicação para as salas de aula. Os jovens escolhem como e com que ferramentas preferem estudar quando estão sozinhos e o fato de encontrar um professor que está alinhado a este processo aumenta a empatia e pode facilitar o aprendizado.

Outro ponto importante é que, além de alterar o processo de ensino, a tecnologia contribui para melhorar a relação entre professores e alunos. A maioria dos jovens destaca positivamente os docentes que compartilham materiais didáticos nas redes sociais, em blogs ou mesmo por e-mail, e ainda elogiam os que tiram dúvidas pela internet.

O que era impensável há alguns anos está se tornando uma realidade cada vez mais presente no ambiente escolar. O uso de celulares em sala de aula já gerou muita discussão e revolta por parte dos professores no passado, mas com o crescimento de acesso aos dispositivos e o aumento da capacidade de conexão móvel, os educadores agora precisam encontrar maneiras de atualizar as metodologias para utilizar adequadamente as novas tecnologias.

É evidente que a mobilidade facilita o compartilhamento de conteúdos e favorece a inovação em sala de aula. Porém, ainda existe uma série de fatores que impedem o uso de smartphones e tablets para facilitar o ensino.

O maior receio de se incluir os celulares no plano de aula é que os alunos possam perder o foco. Pensando nisso, a UNESCO montou em 2013 um guia com 10 dicas e 13 motivos para se adotar o uso de celulares em sala de aula, a fim de capacitar os professores que não têm o preparo ou o conhecimento necessários para lidar com a presença dos aparelhos móveis em sala.

O crescimento de aplicativos – só em 2013 foi de 203% – mostra que o preconceito precisa ser superado o mais rápido possível. Os apps, inclusive, já estão substituindo os gadgets criados para facilitar a vida dos professores em um passado não muito distante.

O uso integrado da tecnologia com objetivos pedagógicos auxilia os alunos com os mais diversos perfis de aprendizagem, uma vez que     são inúmeros os recursos disponíveis. Webfóruns e áudios explicativos, por exemplo, podem ser acessados a qualquer hora e em qualquer lugar.

As oportunidades de integração do celular em sala de aula são muitas e é fundamental que a metodologia adotada pelos professores evolua no mesmo ritmo que as tecnologias, para que o uso delas seja feito da melhor maneira possível e realmente contribua no processo de ensino.

Os cursos online estão se tornando cada vez mais populares e atingem um público altamente variado. Pensando em atender as demandas específicas desses novos alunos, a Learning House realizou um estudo nos Estados Unidos para identificar quem são esses estudantes, o que eles valorizam e qual o impacto da educação a distância em suas vidas. [...]

Para auxiliar o dia a dia dos educadores, a Microsoft lançou o Office Mix, um complemento para o PowerPoint 2013,desenvolvido para transformar PowerPoints em apresentações interativas, com o uso de microfone e webcam, e fornecer aos educadores análise sobre essas apresentações. O aplicativo funciona da seguinte forma: um complemento é instalado e oferece a quem [...]

Futebol Microsoft Educator Network Data Comemorativa O futebol pode ser uma boa forma de dar outra abordagem para o dia a dia escolar. Se você já fez essa experiência ou pretende fazer, compartilhe suas ideias na Microsoft Educator Network!

A Microsoft Educator Network oferece cerca de 60 ferramentas educacionais gratuitas para download Microsoft Educator Network Ferramentas gratuitas Aulas inovadoras A Microsoft Educator Network, uma das maiores redes de educadores do mundo, está presente em 119 países, reúne 4 milhões de membros, e disponibiliza cerca de 60 ferramentas educacionais gratuitas para inovar em sala de [...]